Páginas

sexta-feira, setembro 23, 2011

"Eu só te peço que nunca desista de mim, mesmo que às vezes eu seja difícil, mesmo que nada dê certo... Você nunca deixará de ser tudo pra mim."


(Andreza Garcia)

"Não procure pelo amor, ele só aparece quando você menos espera."
(Andreza Garcia)

quinta-feira, agosto 25, 2011

Até Quando?

Até quando as pessoas irão fazer as coisas só porque os outros fazem? Até quando elas serão capazes de mentir olhando nos olhos? Até quando?

(Andreza Garcia)

domingo, agosto 14, 2011

   Ela o amava. Ele a amava também. E ainda, que essa coisa, o amor, fosse complicada demais para compreender e detalhar nas maneiras tortuosas como acontece, naquele momento em que acontecia dentro do sonho, era simples. Boa, fácil, assim era. Ela gostava de estar com ele, ele gostava de estar com ela. Isso era tudo.

(Caio Fernando Abreu)


sexta-feira, agosto 12, 2011

Dor de Amor


Soltar da tua mão e ver-te indo... Não há sensação pior. Uma dor tão imensa, que é como se estivessem dilacerando meu coração. 
Um sentimento de impotência, de estar de mãos atadas, de não poder fazer nada. Uma aflição que corrói.
Os olhos que se enchem de lágrimas, e elas, que por sua vez, insistem em cair, mesmo quando tento, em vão, segurá-las. Elas caem... E como caem.
Já tentei ser mais fria, firme e forte. Ser menos dramática. Mas não adianta, tudo que envolve você me deixa assim: sensível ao extremo.
Sejam pequenos ou grandes os fatos, ver-te longe de mim, dói.
O único remédio pra essa dor é aquela fagulha de certeza de poder ver-te no dia seguinte, de poder ver o teu sorriso incrível, o teu olhar sincero, e poder aconchegar-me em teus braços. 

(Andreza Garcia)

segunda-feira, agosto 01, 2011

Crônica: Irrealidade Dos Provérbios

Desde que me conheço por gente, ouço sempre os mesmos provérbio. Com alguns até concordo, mas com outros, sem chances.
Um dos que me irrita profundamente é aquele “Filho de peixe, peixinho é”. Fico me perguntando quem terá inventado esta asneira. Se isto realmente for regra, sou, com certeza, uma exceção.
Minha mãe é magra, esguia e bem arrumada. Dona de cabelos negros, lisos e belos, possuidora de um sorriso encantador. Atua na profissão que sempre sonhou e é muito bem remunerada. É sociável e possui um vasto grupo de amizades. Está sempre maquiada, com cabelos arrumados e com um sorriso estampado em seu rosto.
Agora, você deve estar pensando que sou, no mínimo, parecida com ela. Pois bem, está enganado.
Sou baixinha, estou acima do meu peso e uso camisetas de bandas antigas. Meus cabelos são crespos, volumosos e possuem uma cor indecifrável. Uso aparelho dentário, pois não tive a sorte de nascer com a dentição bela como a da minha mãe. Não tenho profissão definida, por ora, escrevo para alguns jornais quase desconhecidos e com o salário que ganho, mal consigo comprar canetas. Sou antissocial e possuo uns dois ou três amigos. Não uso maquiagem, não consigo arrumar os cabelos e raramente alguém me vê sorrindo.
Depois deste relato, pergunto a você, será que filho de peixe, peixinho é?

(Andreza Garcia)

sexta-feira, julho 29, 2011

Oito Meses Depois

Após tantos pesadelos, acordei. Acordei e vi que ainda estava presa naquele castelo, e que meu príncipe ainda não havia chegado.
O príncipe dos meus sonhos havia se tornado o príncipe dos meus pesadelos, mas enfim consegui acordar.
O dragão ainda estava lá, ninguém aparecera para me buscar. Oito meses são realmente muito tempo para se estar presa em um castelo sozinha.
Mas hoje, pela manhã, enquanto passava pela janela, avistei alguém, não era qualquer alguém, era um belo rapaz, não era um príncipe, mas era tão valente quanto um. Ele, com um rápido golpe, matou o dragão. Sorri lá de cima para o belo rapaz, ele me olhou e entrou pela enorme porta do castelo. Nunca ninguém jamais havia conseguido abri-la, mas ele conseguiu. Fiquei surpresa ao vê-lo entrar, achei que nunca mais conseguiria sair dali.
Quando finalmente encarei meu herói, senti minhas mãos suarem, e meu coração acelerar, e naquele exato momento, descobri que além de me salvar daquele lugar, ele havia conseguido também, ter meu coração em suas mãos.


(Andreza Garcia)