Ultimamente, tenho vivido muitas situações com esse meu fiel companheiro chamado “ciúme”. Posso até dizer que ele é o mais fiel de todos, não me deixa nem por um segundo sequer, basta olhar para o lado, e ver aquela menininha olhando de um jeito diferente para o meu, e somente meu amor, que o meu companheiro já está comigo, fazendo-me sentir aquela raiva e aquela vontade de quebrar alguma coisa, ou alguém.
O pior de tudo, é que ele não faz distinção nenhuma, menino e menina, para ele são a mesma coisa, porém quando são meninas, suponhamos que a raiva atinja um nível mais elevado.
Brigas, discussões e desentendimentos, é isso que o meu companheiro tem me proporcionado. Não gosto deste sentimento, não gosto de ficar com raiva porque alguém resolveu olhar para o meu amor.
Tenho a mania de adonar-me das pessoas que amo, sinto necessidade de estar sempre por perto, de proteger, de cuidar. Às vezes, esta necessidade se torna um pouco exagerada, um pouco fora do comum. Meu ciúme é “doido”, é exagerado, é possessivo.
Às vezes gostaria de ser mais calma, menos dramática, mais centrada. Mas, ao mesmo tempo, me pergunto qual seria a graça, qual seria a emoção de ser tão “normal”.
A verdade, é que eu gosto de ser assim. Esse sentimento me proporciona brigas e discussões, mas após cada desentendimento, a calmaria aparece e fica tudo melhor do que estava antes.
Nessas horas eu agradeço ao meu fiel companheiro, o maldito do ciúme rotineiro.
(Andreza Garcia)
Um comentário:
eu entendo agora esse maldito ciumes aushaush - brubs aqui :D
Postar um comentário